quarta-feira, 11 de abril de 2012

Próximos lançamentos!


Dia 17
:
Thousand Foot Krutch – “The End Is Where We Begin” – (Indie)
Caedmon's Call – “2X Caedmon's Call” – Fair Trade Services
Decyfer Down – “2X Decyfer Down” – Fair Trade Services
Skillet – “2X Skillet” – Fair Trade Services

Dia 21:
Switchfoot – “Vice Re-Verses Remix EP” – Lowercase People

Dia 24:
War Of Ages – “Return To Life” – Facedown Records/Provident
Haste The Day – “Best Of The Best” – Solid State/EMICMG
Delirious? – “The Cutting Edge Years: 20th Anniversary Edition” – Sparrow/EMICMG
Abandoned Pools – “Sublime Currency” – Tooth & Nail
Rocky Loves Emily – “Secrets Don't Make Friends” – Tooth & Nail


(Compilado de Jesus FreakHideout e New Release Tuesday)

O ska do Supertones está de volta


m dos maiores representantes do ska cristão mundial, a banda The OC Supertones divulgou que está trabalhando em um novo álbum de estúdio. Será o primeiro disco de inéditas após quase oito anos de hiato, desde que “Faith Of A Child” foi lançado, em 2005. Depois desse ano, com o anunciado encerramento do grupo, só houve coletâneas. Para comemorar o retorno, a banda disponibilizou para download grátis o single “On The Downbeat” através do site Noise Trade.

O novo álbum, no entanto, depende da colaboração dos fãs. A ideia é viabilizar os custos através de uma ação de crowdfunding, iniciativa de caráter colaborativo onde um grupo de pessoas se une para financiar um projeto. A banda está angariando os recursos pela plataforma Kickstarter, onde é possível participar e acompanhar o andamento da arrecadação. A meta é atingir US$ 30 mil, dos quais US$ 27,455 mil já estão garantidos! Faltam 8 dias para o fim da arrecadação.

O retorno do grupo aos palcos se deu em 2010, quando os quatro membros da formação original – Mojo, Jason, Tony e Chief – se reuniram especialmente para uma série de shows de verão. A resposta do público foi muito positiva e eles acabaram estendendo a turnê a pedido dos fãs. Uma coisa levou à outra e, no ano passado, ficou decidido a volta também aos estúdios para gravações de novas músicas.

A pretensão do Supertones é fazer um dos melhores álbuns da carreira, transmitindo diversão, emoção, energia, mudança de vida e, claro, muito ska. “Nós queremos fazer o maior álbum de ska de todos os tempos (pelo menos nós vamos tentar!). Mas, acima de tudo, queremos lançar um álbum nitidamente centrado em Cristo. A missão do Supertones é alcançar os perdidos com a esperança de Cristo e para edificar e encorajar a Igreja. E isso é exatamente o que pretendemos fazer”, comentou o líder do grupo, Matt "Mojo" Morginsky.

terça-feira, 10 de abril de 2012

[Review] Mustaine: A Heavy Metal Memoir (2010)



(Por João Paulo Gonçalves Linhares)

Vamos falar sobre o livro "Mustaine: A Heavy Metal Memoir", escrito pelo líder do Megadeth e ex-guitarrista do Metallica, Dave Mustaine. Falarei sobre as impressões que tive ao ler o livro recentemente. Antes que alguém se anime muito, revelo que li a versão digital em inglês. Apesar do Megadeth fazer um bom sucesso no nosso país, a biografia de seu líder ainda não atraiu a atenção de nossas editoras...


O livro conta a vida de Dave Mustaine desde sua infância até o lançamento do disco "Endgame", em 2009. O líder do Megadeth revela muitos detalhes de toda a sua carreira, inclui muitos fatos de sua vida privada, seu vício em drogas e álcool, sua conversão religiosa e as várias formações pelas quais sua banda passou. Claro, não poderia deixar de contar também sobre sua passagem pelo Metallica até o dia que foi demitido (e mandado de volta para Los Angeles a bordo de um ônibus). Em outros continentes, o livro teve seu título alterado para "Mustaine: A Life In Metal". O livro foi lançado em agosto de 2010.

O livro se divide em diversos capítulos, sendo os primeiros dedicados à infância e adolescência do guitarrista (dois primeiros capítulos). Os três capítulos seguintes se dedicam ao tempo que Mustaine passou no Metallica, desde o dia em que ele ligou para Lars em resposta a um anúncio em uma revista especializada até o dia em que foi demitido da banda em plena New York, tendo que atravessar o país de ônibus para Los Angeles, sua terra natal. A partir daí, o livro começa a varrer toda a história do Megadeth, iniciando quando os Daves se conhecem (Mustaine e Ellefson - o baixista seria chamado de "Junior" por Mustaine), a primeira formação, a participação de Kerry King, as mudanças, o mega-estrelato da formação clássica com Nick Menza e Marty Friedman, as desavenças e tudo o mais. Chegando até os dias de hoje (ou quase isto, já que não cobre a volta de Ellefson nem os shows com o Big Four), quando lançaram o álbum "Endgame".

No comecinho do livro, Dave está em uma clínica de reabilitação (uma dentre muitas que ele passou ao longo de sua vida) e descreve quando percebeu que perdeu os movimentos de sua mão e foi obrigado a encerrar temporariamente as atividades de sua banda. A partir daí ele volta e começa a contar a sua história desde criança, quando sua família o levava a frequentar as reuniões das Testemunhas de Jeová, os problemas do pai, que acabou saindo de casa, seu relacionamento com as irmãs e tudo o mais. Conforme cresce e se torna mais independente, Dave acaba brigando com a família e sai de casa, indo morar sozinho. Sem parcimônia, Mustaine revela que traficava para se manter, e também para manter seu vício, que se iniciou na maconha e evoluiu para a cocaína, o álcool e a heroína. Um fato positivo é que Dave reconhece seus erros no decorrer do livro e também reconhece que quando se drogava ou se embebedava se tornava uma pessoa agressiva. Mesmo assim, Mustaine revela também muita mágoa com os acontecimentos que levaram a sua expulsão do Metallica, e esta mágoa, reconhece ele uma vez mais, acabou se tornando meio que uma obsessão em tentar alcançar ou até mesmo superar o sucesso de sua ex-banda.

Conforme ele avança pela história do Megadeth, ele revela o porquê de tantas mudanças na formação, as diversas brigas internas da chamada formação clássica, que tanto agradou aos fãs (com Nick Menza na bateria e Marty Friedman na segunda guitarra). Um ponto muito interessante é o reconhecimento de Mustaine que aos poucos a banda foi cedendo à pressão da gravadora para se tornar mais comercial (e tentar superar o sucesso do Metallica), especialmente nos discos "Cryptic Writings" e "Risk". Seus relatos com o vício fortíssimo com as drogas também são um ponto marcante desta biografia. Mustaine descreve com detalhes como foi se aprofundando em drogas perigosas como cocaína, heroína, até mesmo incursões com o crack. Sem deixar de lado o álcool e a maconha. As diversas passagens por clínicas de reabilitação não ajudaram muito o líder do Megadeth, que atualmente se diz sóbrio (sua sobriedade foi apoiada por Alice Cooper que, desde a primeira turnê com o Megadeth, tentou aconselhar Dave) e convertido - mas segundo relata na biografia, ele não é radical na sua crença. Outra curiosidade citada é o fato dele ser faixa preta de caratê, o que lhe ajudou nos momentos de agressividade...

"Mustaine: A Heavy Metal Memoir" é um livro intenso, que descreve os detalhes da vida de um dos grandes nomes do heavy metal, e eu fortemente recomendo para todos os seus fãs, e para os fãs do Megadeth, do Metallica e do heavy metal em geral. Uma leitura que vale a pena!

Alguns vídeos da carreira de Dave Mustaine:

Megadeth se apresentando no Rock in Rio 2 (que show! favor ignorar as besteiras ditas pelos repórteres da Globo, em especial o Pedro Bial...):

Notícias sobre a horda sueca SHADOWS OF PARAGON


Os suecos
SHADOWS OF PARAGON, após a grande receptividade de seu álbum full
"Through the Valley Within" (lançado de forma independente em Novembro de 2009), concluíram que será necessário construír um estúdio próprio para a gravação de um novo trabalho ainda se previsão de conclusão e lançamento. A decisão se deu devido à grande crise que o CD passa na época do mp3. E para diminuir os altos custos de gravação, mixagem e masterização, o grupo estará produzindo seus próprios trabalhos. Até o presente momento, gravaram (em pré-produção) cinco faixas. "The Water", "Traces" e "I Am Safe" são algumas delas. Também estiveram se apresentando em eventos locais da Escandinávia. Várias bandas cristãs extremas, entre elas o ANTESTOR, também partiram para a mesma idéia de construir o próprio estúdio.

(Notícia pesquisada, traduzida e produzida ORIGINALMENTE pela Extreme Records)

NOTA: Esta noticia foi republicada do site da Extreme Records, fonte original desta citada. O blog Isma-El Underground não almeja reconhecimento, apenas transmitir (ou re-transmitir) conhecimento aos bangers sobre as bandas que amamos! O blog Isma-El Underground reconhece o esforço de quem traduz e produz matérias e, por isso, alem de SEMPRE citar a fonte original, peço encarecidamente - se alguém (re)-repostar esta noticia, de créditos a quem de fato produziu a matéria, eu apenas republiquei.
ATENÇÃO: Qualquer desvio de outros blogs e/ou sites, é de total responsabilidade dos mesmos!

Novo álbum do boliviano DIES MORTEM a caminho!


Na cidade de Santa Cruz, capital da Bolívia, a banda death/grind
DIESMORTEM está perto de lançar seu novo álbum. Ao que tudo indica, o novo opus será irreconhecivelmente melhor que o primeiro, auto intitulado em 2009, no qual não rendeu boas resenhas por ter uma produção e gravação ruim. É possível que o novo material venha ser lançado pela White Metal Arts, mas está aberto para outros selos. Site: http://www.myspace.com/diesmortem

Fonte Original: Extreme Records

segunda-feira, 9 de abril de 2012

[Review] Place Of Skulls - With Vision (2003)


Para quem não conhece, Victor Griffin formou a banda Death Row por volta nos anos 80 e foi o guitarrista do Pentagram, e eles lançaram três ultra-famosos álbuns, "Relentless", "Day of Reckoning" e "Be Forwarned".
Então ele desapareceu do palco do metal por alguns anos para exorcizar demônios pessoais.
Mas agora ele parece ter perseguido os demônios e voltou com uma nova banda. Não, não é o Demon Hunter! Juntamente com o baixista original do Death Row, Lee Abney (agora substituído por Greg Turley neste disco), e o contundente baterista Tim Tomaselli, ele formou o Place of Skulls.
E com "With Vision", lançam seu segundo álbum full-length.

Eu acho que os fãs do Pentagram e Death Row sabem o que esperar deste álbum: Doom Metal escuro e pesado. Fãs de Trouble também vão gostar! E os fãs de Black Sabbath podem até entrar na lista, pois não soa como uma banda cover do Sabbath ou algo assim, mas o sentimento puro de Doom Metal está lá, é o tipo de som que o Sabbath já teve uma vez. E o vocal de Scott “Wino” Weinrich ate lembra, em alguns momentos, o velho Ozzy Osbourne!

Imagine o Ozzy cantando versos como "Quanto tempo até as quebras de cordão de prata / e eu vou voar a partir deste mundo e todo o ódio seu / Divida o céu e me deixar entrar", enquanto o guitarrista Tony Iommi bolha os seus dedos e seus ouvidos com riffs batendo. Até mesmo o nome do quarteto é uma referência ao local bíblico em que Jesus Cristo foi crucificado. "With Vision" irá se classificar como um dos mais melódicos álbuns de Doom Metal que você vai ouvir nos dias de hoje, se não um dos mais originais.

Ao longo do trabalho, há cargas de, ouso dizer, riffs estilo groovy setentista. A guitarra é muito bassy como seria de esperar, mas é incrivelmente claro como é típico do Doom Tradicional. Há elementos de blues, metal pesado e Rock'n'Roll, o que torna o álbum mais interessante de se ouvir. Há também grande quantidade de solos misturados com os riffs lentos, geralmente ritmo e tambores se arrastando. É bem o tipo de músicas que você esperaria ouvir num bar de motoqueiros. Pesado, mas estranhamente relaxante e com um toque retro. Isso é uma coisa que acho interessante sobre o Doom Tradicional: é a capacidade do gênero a ter a imaginação para o passado. A composição não está muito longe do últimos dias da Cathedral, embora não tão extremo. Existem também alguns momentos mais calmos, acústicos, que acrescentam uma vantagem para "With Vision", faixas instrumentais ("Dimensional Sojourn", "In Rest" e "Dissonant Dissident") que alteram o humor um pouco e estão à beira de serem peças sombrias.

Um álbum recomendado não apenas para quem curte um bom e puro Doom Metal Tradicional, mas também para aqueles amantes do Rock/Metal em geral. Destaco aqui as seguintes faixas: "Last Hit" e "Silver Chord Breaks" (as minhas preferidas, Black Sabbath na veia!), "With Vision", "Long Lost Grave", "Nothing Changes" e "The Monster".

NOTA: 4/5


Line-Up:

Scott “Wino” Weinrich (Spirit Caravan, The Obssessed) - vocal
Victor Griffin (ex-Pentagram, Death Row) - guitarra
Greg Turley - baixo
Tim Tomaselli - bateria

Slechtvalk: Ohtar permanece na banda, mas estará ausente em 2012 - Saiba porque!


Ohtar
, integrante da banda holandeza de symphony unblack metal/viking metal SLECHTVALK, não deixou o grupo, como anunciado em alguns sites, anteriormente. Na verdade, ele estará ausente da banda neste ano de 2012, devido a uma oportunidade de trabalho que lhe foi oferecida na Espanha.

Sua última apresentação com a banda, antes desse "hiatus", ocorreu no festival europeu Blast of Eternity, em novembro do ano passado. Mesmo ausente, Ohtar deverá ser mantido como membro oficial e poderá participar (virtualmente) do processo de composição e gravação do novo álbum do Slechtvalk. Existe a possibilidade dele estar retornando para a Holanda e participando de algumas apresentações, caso haja alguma oportunidade. Na ausência do companheiro, Shamgar estará fazendo os vocais, enquanto o baixista da banda Dagon estará apoiando o Slechtvalk no baixo durante algumas apresentações deste ano.


Guardian: novo trabalho depende dos fãs


A banda de Hard Rock
Guardian voltou ao trabalho com mais um integrante, além dos grandes músicos Jamie Rowe (vocal), David Bach (baixo), Tony Palacios (guitarra) e Karl Ney (bateria), juntou-se a eles o guitarrista Jamey Perrenot, e assim já com a "nova" formação lançaram em 2011 o EP
Three To Get Ready (¿Estás Listo?), com três músicas em inglês e três em espanhol, que está já disponível para downloads.

Agora estão com o projeto: "Guardian: The Cat Starter Project" (http://www.kickstarter.com/projects/guardian2012/guardian-the-cat-starter-project), que é um projeto que será totalmente financiado pelos fãs (existe várias formas de contribuir, desde comprando uma cópia física do novo CD, entrada para shows, até comprar a guitarra utilizada na composição de um dos trabalhos anteriores da banda). Eles basearam o projeto na quantidade de fãs que possuem no Facebook da banda (mais de 30.000 pessoas), sendo assim, se cada um contribuísse com apenas 1 dólar, este projeto atingiria o valor necessário para a gravação em alta qualidade do novo CD (valor estipulado de 30,000 dólares)

Todos os dias há uma nova atualização por parte da banda de como está caminhando o projeto, porcentagem monetária e novas promoções...

Ainda resta tempo para quem quiser participar deste novo trabalho, é só acessar o site da banda e ver como, e com quanto você quer e pode participar.


Fonte: Whiplash.net

P.O.D: de volta às raízes sem se importar com o que é moda


Em entrevista ao NoiseCreep, o vocalista do
P.O.D, Sonny Sandoval, comentou o futuro álbum da banda
"Murdered Love". Sandoval explicou que o álbum volta às raízes do grupo e disse não se importar com o que está tocando nas rádios, afinal a banda faz o som que gosta, sem dar a mínima para a música que está na moda no momento.

"O ano passado foi muito divertido para nós. Nós escrevemos um monte de músicas e fizemos um rápido tour em agosto/ setembro. Logo depois disso, nós pulamos para o estúdio com Howard (produtor) o que foi bem rápido e indolor", diz Sonny Sandoval.

"Há algumas músicas realmente pesadas neste novo disco, mas, novamente, existem alguns belos momentos sobre ele também. De certa forma, é como o POD voltou às raízes nesse álbum. Nós estamos tocando o tipo de música que gostamos. Nós não estamos se importando com que tipo de música é considerada quente no momento. Nós não acompanhamos o que está no rádio. Estamos fazendo esse tipo de música porque amamos tocar isso ao vivo. É muito simples."


Fonte: Whiplash.net

White metal, black metal e o preconceito nosso de cada música

Artigo originalmente escrito na sessão "Combate Rock", do site Estadão, referente ao Jornal da Tarde. Apesar de não se tratar de um site/blog cristão (nem o autor o é), achei interessante repostar este texto, que visa um olhar mais critico acerca do chamado "White Metal", com argumentos bem interessantes. A responsabilidade do texto é do autor, sendo que o Isma-El Underground não concorda exatamente com todas as palavras abaixo.

(Por Marcelo Moreira)

Com surpresa vi recentemente o lançamento da banda norte-americana Stryper, um dos maiores expoentes do white metal, ou rock cristão – se não for a principal banda do gênero do mundo, ao lado do Petra e do Mortification.
“The Covering” nada traz de novo.

Chegou ao mercado norte-americano em dezembro passado e no europeu em fevereiro. Não traz nada de novo, e aproveitou para embarcar, bem atrasada, na onda do álbum de covers.

Há coisas interessantes ali, como “Heaven and Hell”, do Black Sabbath/Heaven and Hell, “Lights Out”, do UFO, “Highway Star”, do Deep Purple, “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, e “Breaking the Law”, do Judas Priest. É apenas um bom disco, nada mais.

Entretanto, o que me chama a atenção ao ler e procurar mais informações pela internet sobre o álbum é o tom raivoso com que muitos radicais abominam a banda e sua linha filosófica, digamos assim. É a velha batalha entre os próprios roqueiros, que brigam em si defendendo gêneros, subgêneros e correntes ultra alternativas.

Capa de "The Covering", do Stryper

O Stryper é uma banda de respeito. Está prestes a completar 30 anos de carreira e já transitou pelo hard rock, pelo hard pop e pelo heavy metal. Já lançou álbuns bem ruins e outros excelentes, sempre tendo a temática religiosa de cunho cristão como carro-chefe das músicas.

Por conta disso, desde os anos 80 o Stryper é execrado pelos radicais e pelos puristas, que consideram incompatível o rock e os temas religiosos. E o pior, muita gente inteligente embarcou e embarca neste caminho equivocado, caindo invariavelmente no “não ouvi e não gostei”.

O rock sempre foi visto como “coisa do diabo” pelas várias correntes cristãs desde os anos 50 até meados dos anos 80, repetindo o que tentaram fazer com o blues e, de certa forma, com a country music voltada para temas mundanos.

Essa situação mudou bastante no Ocidente, principalmente depois que muitos jovens antenados, mas de fé, resolveram se aproveitar do rock e do metal para professar sua fé, primeiro dentro da própria comunidade, e depois para o mercado chamado secular. Venceram pelo cansaço e pela insistência e hoje tempos excelentes bandas dedicadas à louvação e à pregação.

Stryper no auge dos anos 80, totalmente poser e acompanhando a tendencia
do hard rock farofa norte-americano da época.

Ainda existem bolsões de resistência total ao rock no meio religioso, especialmente nos rincões mais atrasados dos Estados Unidos e nas seitas evangélicas igualmente atrasadas no Brasil – quase todas em atividade atualmente. Boa parte do mundo islâmico também não tolera essa música “decadente”.

É óbvio, entretanto que o preconceito dos puristas apareceriam até mesmo como argumento de defesa para desqualificar a linha religiosa que o rock adotou em algumas circunstâncias. Afinal, como pode existir alguém que faça rock religioso quando a religião sempre execrou o gênero musical?

Esse pensamento enviesado e equivocado acaba por privar muita gente de muita música boa. Gente que abomina a religião acaba misturando as coisas e deixa de aproveitar o que interessa, que é a música, independente da mensagem.
Assim como existe white rock e white metal, existe o black metal, que prima pelos temas satânicos e demoníacos, geralmente. E não vejo o mesmo preconceito dos roqueiros em geral contra as bandas de black metal.

A banda grega Rotting Christ

Ou seja, falar de satanismo e diabo pode, são termas tolerados pelos roqueiros médios, mas falar de temas cristãos e até mesmo pregar não pode. E o curioso é que existem bandas de metal extremo no Brasil e no mundo que fazem músicas louvando a Deus e Jesus Cristo, remetendo, obviamente, a um Slayer cristão, por mais que isso soe sacrilégio – e soa mesmo.

Seja como for, é uma insanidade ignorar bandas importantes e de boa qualidade apenas por causa da temática de suas letras. Assim como o Stryper é uma boa banda, o Mortification, da Austrália, também é.

Por outro lado, os gregos do Rotting Christ são excelentes, assim como os poloneses do Behemoth e do Vader, e de muitas outras bandas que passeiam por temas satânicos ou anti-religiosos. Esse preconceito não tem sentido. Muita gente leva a sério demais as letras alegóricas, tanto de um lado como de outro.

O grupo polonês Behemoth

No campo brasileiro, é bobagem ignorar bandas ótimas como Destra e Eterna, por exemplo, que fazem white metal em inglês, ou o excelente Oficina G3, que já fez hard rock em português com letras não diretamente ligadas à religião, mas com temática filosófica que ia por esse caminho.

Assim como temos, do outro lado, coisas muito bem feitas, como Unearthly, Occultan, que fazem o mais brutal metal extremo com temas diabólicos.

A banda brasileira Eterna

É evidente que, em casos ultra-extremos, como grupos de rock ou de qualquer gênero musical, que promova e incentive mensagens racistas, nazistas e ou violentas contra grupos de seres humanos, não podem ser apoiados, mas creio ser desnecessário prolongar essa questão.

Por não professar qualquer religião ou filosofia religiosa – na verdade, por abominar qualquer tipo de religião e, por isso considerar qualquer pregação uma bobagem, assim como qualquer coisa relativa ao satanismo (suprema estupidez, na minha opinião) – talvez eu consiga lidar melhor com essa questão de white metal x black metal.

Já execrei o Stryper por ser cristão nos anos 80, até que escutei a banda pela primeira vez. Mudei de ideia quanto ao som, mas não quanto à mensagem – que continuo abominando. Mas a música era bem feita.

Existem inúmeros artistas e músicos de rock cujas mensagens em letras são obrigatórias e maravilhosas – desnecessário citar alguém. Do mesmo modo, existem milhões de outros artistas e músicos que precisam ter suas letras ignoradas, seja por má qualidade, seja por imbecilidade.

Uma das formações do Destra

Independente de sua fé (ou falta de), talvez seja uma atitude de tolerância, ou até mesmo de mera questão informativa, ouvir white metal ou black metal sem prestar muita atenção nas mensagens, que geralmente não passam de pura bobagem na esmagadora maioria dos casos.

A música tem de prevalecer. Garanto que haverá muitas surpresas para quem se dispuser a colocar temporariamente os preconceitos de lado e procurar ouvir coisas interessantes com Stryper, Mortification, Eterna, Destra e Oficina G3, entre outros.

A banda Unearthly



sábado, 7 de abril de 2012

Ator é enforcado acidentalmente na Paixão de Cristo em SP


SÃO PAULO - O ator Thiago Klimeck, de 27 anos, do grupo Traças de Teatro, foi enforcado acidentalmente ao representar Judas no espetáculo Paixão de Cristo no município de Itararé, a 327 quilômetros da capital paulista, na região de Itapetinga. Segundo a Guarda Municipal do município, o acidente ocorreu por volta de 22h desta sexta-feira. Thiago representava Judas e teria se enforcado de verdade.

Segundo a Guarda Municipal, as pessoas que estavam próximas demoraram um pouco para perceber que algo estava errado e que Thiago estava desacordado. Acharam que a cena estava realista e o rapaz trabalhava muito bem. O professor Sandro Azevedo fotografava a peça para o site Virtual Guia e registrou a cena. Ele disse que a encenação era itinerante, e, quando os atores caminharam para outro lado da praça, as pessoas que ficaram perto de Thiago notaram que ele não se mexia. Pelo relato de Sandro, havia uma cadeirinha de rapel por baixo da roupa usada pelo ator, onde era amarrada a corda.

Quando se percebeu que o ator estava inconsciente, a Guarda Municipal foi chamada. Thiago foi socorrido pelos guardas e levado à Santa Casa da cidade, onde ficou na UTI. Na manhã deste sábado, foi transferido para um hospital de Itapeva.
Peritos vão investigar se houve falha na execução da cena e no cenário da peça.

Thiago está internado.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Trino libera suas primeiras regravações


(Por Marllon Mattos - blog MortiFination e Golgota Records)

"666 Corporation"
e "Oposição". Essas foram as faixas escolhidas para dvulgar o retorno de uma lenda,o retorno de uma Anti Besta, o retorno do Trino.
Retorno esse muito criticado pois não conta com a formação clássica da banda, mas que em momento nenhum desrespeita a história deste grupo.
Contando agora com Geandro Silverol - voz (Faith Blast); Léo - guitarra (Faith Blast/Social Disparaty); Barella - guitarra; Bruno Max - baixo (Puritan) e Fábio Kiefer -bateria (Puritan); o Trino soa ainda mais Metal, abrasivo, doentio, insano e teve sua gravação realizada no Morrão Studio - ES.
Sua estréia nos palcos acontecerá no dia 08 de abril no Metanoia Fest e contará com presença deste que vos escreve para relatar tudo.

Confiram as faixas no myspace oficial da banda :

Fonte: Metal Land

Para fãs de um Atmospheric UnBlack Metal, o QUEST FOR SERENITY acaba de lançar opus full - Saiba mais detalhes


Nos Estados Unidos, o
QUEST FOR SERENITY lançou um álbum de maneira independente com o título de
"Within the Labyrinth". O som é um metal extremo com base nas melodias atmosféricas, um resultado muito bem vindo para uma cena carente neste estilo. As letras são conceituais onde falam de alguém passando por problemas de ansiedade, mas com reconhecimento de que Deus está no comando. A capa ficou a cargo de Drawnsword e três faixas podem ser conferidas na url abaixo:

http://www.reverbnation.com/questforserenity

O álbum conta com sete faixas somando quase 43:00 minutos de duração. O track-list apresenta "A Life Lost", "Plagued", "Endless", "The Quest", "Within the Labyrinth", "Metamorphosis" e fecha com "Emergence". Para quem não sabe, o projeto é direcionado por Martin Sterry, também membro do inglês WINTERDAWN. Bençãos!

FONTE ORIGINAL - EXTREME RECORDS - www.extremerecords.org

Nova musica do P.O.D com participação do vocalista do Hatebreed

"Eyez", a nova musica do P.O.D com participação do vocalista do Hatebreed, Jamey Jasta, está disponível para audição e download gratuito em www.payableondeath.com.
O novo album já está pronto e foi batizado pela banda como
"Murdered Love" - A data de lançamento ainda não foi definida.


Fonte: News-MetalDiscs

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Love & Death: nova musica da banda de Brian Head, "Chemicals"

Ouça "Chemicals", nova musica do Love & Death, banda do ex-guitarrista do KoRn Brian Head, que aliás neste mês toca no Brasil. Infos aqui.




August Burns Red, P.O.D. e Sleeping Giant no novo album do For Today


Uma série de convidados especiais estarão no novo álbum da banda
For Today,
"Immortal". Entre os confirmados para aparecerem nas músicas do CD, estão Jake Luhrs do August Burns Red, Sonny Sondoval do P.O.D., Tommy Green do Sleeping Giant.
‘Immortal’ será lançado no dia 22 de Maio através da Razor & Tie. O disco será composto por 11 faixas e o primeiro single será a faixa ‘Fearless’. Um vídeo para a faixa foi filmado recentemente com Ramon Boutviseth (Trivium, All That Remains) e deve estrear em breve on-line.

01 – “The King“
02 – “Fearless“
03 – “Stand Defiant“
04 – “Immortal“
05 – “The Call“
06 – “Foundation“
07 – “Open Eyes“
08 – “Under God“
09 – “Set Apart“
10 – “The Only Name“
11 – “My Confession“


FONTE: Mpsirock

Novo álbum do MxPx on-line; shows comemorativos anunciados


Datado para sair hoje, o nono álbum da carreira do
MxPx,
‘Plans With Plans’, pode ser escutado inteiramente AQUI. O disco que será lançado pelo selo independente da banda (Rock City Recording Company) é o primeiro full-length do grupo desde ‘Secret Weapon’ de 2007. O grupo também anunciou algumas datas de show pela Califórnia para comemorar os 20 anos de carreira do trio. A abertura dos shows ficará por conta das bandas Amber Pacific, Set Your Goals, Mest e Rufio.


Fonte: Mpsirock
Adaptação: Isma-El Kavallera

Lightforce: Steve Rowe fala sobre os reais motivos do fim da banda


(Por Márllon Matos e Carol Mariana)


25 ANOS DE LIGHTFORCE

Steve, começando pelo final: qual foi o real motivo da separação do LightForce? Me lembro de ter lido em algum lugar que houve sérias discussões sobre o direcionamento musical que você queria adotar, e com isso houve a ruptura. Isto foi real?

O motivo principal para o fim do Lightforce foi que o guitarrista e o vocalista deixaram a banda em 1989. Eu gostava da abordagem simplista do Heavy Metal tradicional de ‘Battlezone’ & ‘Mystical Thieves’. O baterista e o guitarrista queriam ser mais progressivos, mas as minhas novas músicas de 1989 permaneciam bem simples. Então, houve um conflito de direcionamento aqui. Mas se o guitarrista e o vocalista não tivessem deixado a banda eu não teria parado aquele formato do Lightforce em um milhão de anos!!! Mas isso aconteceu e eu me regrupei com o antigo guitarrista do Lightforce Cameron e Jayson Sherlock na bateria. Gravamos o Break The Curse em 1990 e então tudo prosseguiu bem rápido para o que mais tarde se tornou o Mortification!

Em 2001, logo após as apresentações do Mortification no Brasil, algumas revistas e sites anunciaram que você iria retornar com o Lightforce e acabar com o Mortification. Você tem uma idéia de como este boato pode ter surgido?

Eu acho que algumas pessoas ouviram as músicas demo de 2001 para o Relentless, as quais eram mais Metal tradicional, mas Relentless tinha essas músicas, bem como outras mais pesadas. Eu acho que brinquei que eu deveria chamá-lo de Lightforce. HaHa! Mas ela sempre permaneceu Mort. Aquelas músicas demo serão parte do re-issue do Relentless que será lançado pela Soundmass este ano.

Teve algum show/evento marcante na carreira do Lightforce que você guarda na memória?

Apoiando o Stryper para 5000 pessoas aqui em Melbourne no início de 1989.

Steve, eu notei que, desde os boatos de que o Mortification acabaria e o LightForce voltaria, ao período do último release do LightForce, existe um hiato grande. Neste período, você chegou a contactar os membros antigos do grupo, ou mesmo pensou em reunir a antiga lineup do LightForce e manter a banda como um projeto paralelo, semelhante ao Wonrowe Vision?

Não houve hiato algum e todos os ex-membros do Lightforce de 1987 a 1989 tem sido agora não-cristãos pelos últimos 15 anos. Por isso eu nunca teria regrupado com eles. Triste, mas é verdade! A Grande Queda da Fé!!! Os membros antigos do Lightforce de 1986 ainda são cristãos muito convictos mas o guitarrista Chris Miller teve um ataque cardíaco e voltou pra casa no céu em 2006.

Quando o Mortification iniciou, você se arrependeu do LF ter terminado? Ou simplesmente considerou como o término de uma fase de sua experiência musical e o início de outra?

O término do Lightforce foi a MELHOR coisa que JÁ ACONTECEU em tocar Christian Metal por 28 anos porque o Mort começou!

O Wonrowe Vision gravará algumas faixas do LF. Vocês pretendem regravar as músicas seguindo a mesma linha do heavy metal das garage bands dos anos 80 ou tentarão colocar mais influências como do Classic Rock, Punk Rock, etc?

As duas músicas do Lightforce que estamos fazendo e vamos gravar no 2º album do Wonrowe Vision são de 1986. O LF de 1986 era mais Heavy Rock na abordagem e, assim, é perfeito para WV.

"Mysthical Thieves" foi o álbum mais bem sucedido da carreira da banda.Vendeu cerca de 13.000 cópias e tem alguns dos maiores clássicos do LightForce. Quais as suas lembranças sobre a gravação deste material e sua tour de divulgação?

Todos nós escrevemos juntos e individualmente. Foi uma época divertida e nós fizemos muitas turnês pela Austrália. Nós apoiamos o Whitecross duas vezes, Leviticus e, como mencionei antes, Stryper! Mystical Thieves foi lançado pela Rure Metal Records nos EUA. Fomos lesados como todo mundo por este selo. A gravação e a capa do album nos custou $11,000 e então assinamos um contrato no qual receberíamos $8000 sobre o lançamento do álbum em vinil, CD e cassete. Nunca vimos um centavo! Eu confrontei o Ray Nenow (o proprietário) em 1993 através de um amigo em comum em Nashville e ele me enviou $300. HaHa!

Quase tão ruim quanto a trapaça que foi e é a KMG/ Intense Records! A KMG/ Intense faliram em 1997 mas nunca vimos um centavo delas exceto pela gravação. Ademais, eles receberam $32,000 da Nuclear Blast Germany por mais de 4 anos, dos quais vimos ZERO! O dono Jimmy Kempner vendeu os direitos dos nossos 6 álbuns do Mort e o vídeo do Live Planetarium em 2000 para KMG. E a KMG ainda "possui?????" os álbuns & video e eles vendem seguramente pelo selo trapaceiro Meis Music Group! Por favor, NUNCA comprem coisa alguma dessa gente! Eles tentaram nos subornar com 15% das vendas digitais e eu disse a eles para manter longe a sua oferta embaraçosa de ganhos ilícitos. Eu quero é os direitos dos nossos álbuns de volta!!

Se eu tivesse o dinheiro eu os levaria ao Tribunal nos EUA porque NÃO TEM COMO Adel Meisenheimer, Carolyn Killen ou Jimmy Kempner serem verdadeiros cristãos! O contrato de 1991 é COMPLETAMENTE moral, etica e contratualmente falho. Mas o que posso fazer? Eles são pessoas gananciosas sem senso algum de o que é A COISA CERTA A SE FAZER. Eu os entrego a satanás na esperança de que eles se arrependam antes de morrer! Se eles realmente examinassem a si mesmos nessa situação, então eles saberiam que aqueles álbuns e vídeo pertencem a nós. Mas é muito mais fácil empurrar a convicção do Espírito Santo pra longe, blasfemando assim o Espírito Santo e apenas fazer dinheiro com o Classic Christian Rock & Metal pelo resto das suas vidas. A GRANDE QUEDA DA FÉ! Triste, mas É VERDADE!!

Existe um novo grupo de fãs do Mortification que são bastante jovens e não acompanharam a trajetória do LF. Existe alguma possibilidade de relançar um digipack com a arte do álbum e liner notes originais, incluindo faixas ao vivo, coisas do tipo?

Eu recebi uma oferta para isso vinda da Europa. Então, pode ser que aconteça.

Como a Igreja Cristã se comportava perante vocês? Foram muito criticados?

Nós pertencíamos a uma igreja que realmente nos apoiava e foi a cobertura da missão do Lightforce. Eles de certa forma nos controlavam de uma forma que eu não gostava. Mas mesmo triste, era bom ter pessoas nos mantendo responsáveis. Dave & Rosanna Palmer foram pastores assistentes naquela igreja e então Rosanna's Raiders realmente pavimentaram o caminho para o Lightforce e o Mortification também. A cena do metal cristão aqui era grande no fim dos anos 80 e inicio dos anos 90. Mas agora por causa da GRANDE QUEDA DA FÉ não há mais uma cena de metal cristã aqui de fato. Nem uma verdadeira sequer! Apenas poucas bandas de visão mundial positiva/ comentários sociais que não tem missão alguma além de serem famosas e tentarem e serem Rock stars. Triste, mas é verdade!

Quais são as suas canções favoritas do Lightforce? What are your favorite songs of Lightforce?

‘Choose To Win’, ‘Crossfire’, ‘Eyes Of Destruction’, ‘Mystical Thieves’, ‘City Streets’, ‘You’re So Kind Yours & Mine’ & ‘Pictures’.

Algumas pessoas dizem que o Lightforce fora um tanto subestimado. Qual a sua opinião acerca disto?

Sim, eu acho que, sendo da Austrália, o potencial das bandas foi negligenciado de forma geral pelo resto do mundo.

Já pensou em um show-reunião com a formação clássica da banda?

Nunca faria isso. Assim como nunca faria uma reunião da line-up do Mort de 20 anos atrás. Estamos todos em páginas diferentes na vida mas eu ainda amo todos os envolvidos como bons amigos e parte da minha jornada musical.

Obrigado por mais uma vez conceder esta oportunidade de entrevistá-lo. Sinta-se à vontade para dizer algumas palavras finais aos ‘true metalfans’, que acompanham o seu trabalho e ministério por todos estes anos.

Permaneçam firmes na fé em Jesus e apenas apóiem as verdadeiras bandas do Jesus Metal como AntiDemon & Jerusalem. Se bandas são de visão mundial positiva, comentários sociais ou fazem práticas satânicas como o uso do sinal dos chifres ou pior, usam a prática do ‘corpse paint’ em suas faces, fujam dessas bandas!! Você pode muito bem gastar seu dinheiro apoiando bandas de qualidade tradicionais, como Megadeth por exemplo!
Blessings & Prayers. Steve.



Ex-Korn no novo álbum do Project 86


Brian ‘Head’ Welch
, atual Love & Death (e ex-guitarrista do Korn), participou das sessões de gravação do novo álbum do Project 86, ainda sem título revelado. Outro que também colaborou com o novo CD do P86 foi Bruce Fitzhugh, vocalista do Living Sacrifice. A banda já havia anunciado que o ex-Evanescence Rocky Gray estaria responsável pela bateria do disco que é o oitavo da carreira da banda e o primeiro desde a sua saída da Tooth & Nail.
Durante o mês atual a banda lidera uma turnê pelos EUA ao lado do Sent By Ravens, Willet e Righteous Vendetta. A previsão é de que o novo álbum do Project 86 seja lançado em Junho.

Fonte: Mpsirock