"Deus usa as coisas LOUCAS desse mundo para confundir os SÁBIOS... e usa pessoas diferentes e aparentemente desprovidas de valor para a realização de uma obra sobrenatural" (1 Cor. 23-29)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Metal Open Air: Mesmo com problemas, Megadeth leva headbangers ao delírio
O primeiro dia do Metal Open Air não foi uma resposta muito boa às expectativas dos fãs de metal. Bandas canceladas, muita insatisfação com a logística do evento e o atraso dos shows foram aspectos que provavelmente causaram imenso desgaste àqueles que persistiram em acompanhar o evento.
Mas, a grande sorte (ou não) dos produtores é a paixão do público. A motivação de quem esperou por mais de 12hs em meio aos obstáculos, adversidades e frustrações que se revelaram é nenhuma senão assistir os ídolos que se apresentam nesses três dias de festival. E essa paixão se mostrou combustível suficiente para os que resistiram até a última apresentação do primeiro dia de festival.
O Megadeth tinha a responsabilidade de mostrar que tudo que o público tinha enfrentado até ali valia a pena. A banda estado-unidense também tinha a responsabilidade de levantar o público depois das ótimas apresentações dos alemães da Destruction e dos americanos da Exodus e Symphnony X, um desafio ainda maior.
Dave Mustaine e Cia. obtiveram êxito na missão? Fãs sempre serão fãs. E apesar da tradicionalidade da apresentação não condizer com o gênero e de as interrupções para ajustes técnicos ter testado a paciência de alguns, o público foi sim ao delírio.
Dave Mustaine, David Ellefson, Chris Broderick e Shawn Drover usaram toda a experiência para entregar ao Parque Independência o esperado e acabaram sendo surpreendidos pela energia da audiência.
Quando a banda achou, já no fim da apresentação, que a sequência "A Tout Le Monde", "Symphony Of Destruction" e "Rust In Peace" tiraria o fôlego dos fãs, foi surpreendida por um uníssono clamando por mais, o que arrancou uma declaração de amor de Dave Mustaine ao Brasil antes que estes encerrassem o show com "Holy Wars", consagrando-o como inesquecível.
Fonte: O Imparcial
Megadeth: Som ruim e interrupções marcam show curto da banda no Metal Open Air
Ao término, o público reclamava. Muito porque, não raramente, entre uma música e outra os integrantes do Megadeth saíam de cena. A primeira vez em que isso aconteceu foi após a terceira canção do show, que começou à 1h35 da manhã deste sábado, com cerca de duas horas de atraso, a exemplo do que ocorrera com a maioria das atrações anteriores (as que não cancelaram).
Com pouco mais de cinco minutos de show, Mustaine explicou ao microfone que tinha um problema na guitarra, justificando a interrupção. Aparentemente, ele não se dava conta de que sua voz era pouquíssimo audível durante as músicas: ele só se fazia claro, até ali, nos instantes em que falava, o que não se repetia quando era a hora de cantar. Embora, nas apresentações que precederam o do Megadeth tenham havido eventuais problemas com a equalização do som, não se pode dizer que o volume comprometesse – e foi justamente esse um dos traços marcantes do grupo de encerramento.
O líder do grupo, contudo, não fez qualquer manifestação vigorosa. Ao menos quando se dirigia a seus fãs, Mustaine soava tranquilo. Após a parada que sucedeu a quinta música, ele chegou a comentar que, caso aquela tentativa não resultasse, ele usaria um violão. Se não soava indiferente à equivocada equalização dos instrumentos, também não fez menção de qualquer protesto que pudesse incitar a plateia a protestos mais veementes.
Uma plateia que, pouco a pouco, ia se dispersando, conforme a apresentação avançava. Visivelmente, no início do show, aquele era o maior público do festival até ali, e ele vinha sendo bem tratado pela atração principal. Quando terminou a segunda música, Mustaine falou: “Boa noite. Bem, eu amo vocês! Estão se sentindo bem? É minha primeira vez em Sã Luís”.
A empolgação, no entanto, não tardou a diminuir, sobretudo por conta das pausas que viriam: a partir de certa altura, não se podia mais assegurar se elas se deviam a questões do som ou já estavam no script, tantas foram – quase entre todas as músicas. Às 2h25 da manhã, Mustaine diz ao microfone: “Obrigado, boa noite!”. Três minutos adiante, a banda voltava para mais três músicas.
Às 2h35, as últimas palavras: “Obrigado, obrigado. Foi um prazer, Brasil”. E então, como já fizera em sua passagem anterior pelo país, em novembro passado, no festival SWU, em Paulínia, no interior de São Paulo, Mustaine permanece um tempo no palco, despedindo-se, acenando, agradecendo e jogando seus tradicionais adereços. Os fãs retribuem com aplausos. No SWU, porém, ele sintomaticamente passou mais tempo dirigindo-se à sua audiência.
Fonte: G1
sexta-feira, 20 de abril de 2012
[Review] Demon Hunter - True Defiance [Deluxe Edition] (2012)

Se "The World Is A Thorn" foi (pra mim) a maior decepção de 2010, "True Defiance" é candidato fortíssimo a melhor álbum de 2012!
01 – Crucifix
02 – God Forsaken
03 – My Destiny
04 – Wake
05 – Tomorrow Never Comes
06 – Someone To Hate
07 – This I Know
08 – Means To An End
09 – We Don’t Care
10 – Resistance
11 – Dead Flowers
Bonus Tracks:
12 – What is Left (Bonus Track)
13 – I Am a Stone (Bonus Track)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Resenha e Videos de Brian Head (Love & Death) no Brasil - 14/04/2012
(Resenha publicada pelo site NEWS-METAL DISCS)
O ex-guitarrista do KoRn , Brian Head, se apresentou com sua nova banda Love & Death, na capital Paulista no ultimo sabádo (14) , na casa de eventos Upper Club, localizada na região nobre do Morumbi.
Com pouco menos de 120 pessoas , num local que tem capacidade para 2.000 , o evento já mostrou problemas, começando pelo atraso de 1 hora e meia por parte da organização.
Após a abertura da casa ás 19:30 ( Deveria abrir ás 18 horas ) , a banda Alva ( Santos ) , mostrou sua proposta de um rock gospel , bastante influênciado pelo P.O.D e For Today . Eles apresentaram um set de apenas 5 musicas porem foi o suficiente para levantar o publico pequeno naquela noite.
Em seguida foi a vez do ex-vocalista dos Raimundos, Rodolfo Abrantes , mostrar seu lado gospel.
Rodolfo foi bastante direto e certeiro no set da sua banda, que alias é bem conhecida pelo publico que compareceu no evento.
Em 2001, Rodolfo anunciou que iria deixar o Raimundos alegando conversão religiosa incompatível com o estilo de vida que a banda levava. Após sua saída dos Raimundos, Rodolfo começou um novo projeto musical intitulado Rodox, com o Rodox Rodolfo gravou dois discos, Estreito de 2002 e Rodox, mas com uma briga em um show em Salvador a banda teve seu fim anunciado em 2004.
E desde 2006 vem em carreira solo, com que lançou 3 discos.
Com um pouco mais de atraso , Love & Death entra no palco ás 9:50 dando os primeiros acordes com o single Paralyzed, que aparece no seu próximo disco. Brian após 3 minutos de shows, começa a discutir com os organizadores , devido a microfonia nos retornos, o próprio musico para o show ao final da musica, e vai pessoalmente á mesa de som regular o equipamento. Nas próximas três faixas , Head se mostrou mais confiante e tocou a faixa Re-Bel , do album Save Me From Myself, e o próprio Head pediu pra galera "Abrir a Roda" e foi atendido. Mais uma do seu novo album , a faixa Chemicals foi uma das favoritas do publico ao vivo , forte e melódica , soando as vezes como o KoRn em alguns trechos.
Como de costume , o Head toca algumas faixas do KoRn em seus shows , e de cara tentou mandar Got The Life mas infelizmente sua guitarra repentinamente se calou. O músico irritado gritou - "What are you doing Here? No sound on my guitar" (O que esta acontecendo aqui? Não tem som na minha guitarra), com um dos técnicos de som da produção e o show foi interrompido, e enquanto Head discutia e trocava o "Transmissor Sem Fio" , o baixista , guitarrista e baterista da banda tentavam distrair o publico com "Falling Away From Me" do KoRn e um solo de bateria. Enquanto tudo de errado acontecia, Head ( foto / clique aqui ) , ficava deitado sobre uma caixa, esperando pela correção da falha.
Após todo esse tumulto , mais uma faixa foi executada ao vivo e a banda deixou o palco , mas após diversos pedidos , Head retornou com a banda mas não para tocar e sim para dar seu testemunho, sobre sua vida e drogas .
Como todos não sabiam falar inglês , Rodolfo virou intérprete e ditou ao pé da letra ao publico , tudo que Brian dizia em inglês.
Pra finalizar, de acordo com as palavras de Brian Head no seu testemunho , infelizmente ele não volta mais ao KoRn, pois realmente encontrou seu caminho.
Será mesmo?
Chemicals:
Paralyzed:
Here To Stay, Got The Life , Drum Solo , Blind:
Agradecimentos:
Meg Bazan
@produtofinal
facebook.com/produtofinal
youtube.com/produtofinal
Curitiba - Brazil
terça-feira, 10 de abril de 2012
[Review] Mustaine: A Heavy Metal Memoir (2010)

O livro conta a vida de Dave Mustaine desde sua infância até o lançamento do disco "Endgame", em 2009. O líder do Megadeth revela muitos detalhes de toda a sua carreira, inclui muitos fatos de sua vida privada, seu vício em drogas e álcool, sua conversão religiosa e as várias formações pelas quais sua banda passou. Claro, não poderia deixar de contar também sobre sua passagem pelo Metallica até o dia que foi demitido (e mandado de volta para Los Angeles a bordo de um ônibus). Em outros continentes, o livro teve seu título alterado para "Mustaine: A Life In Metal". O livro foi lançado em agosto de 2010.
O livro se divide em diversos capítulos, sendo os primeiros dedicados à infância e adolescência do guitarrista (dois primeiros capítulos). Os três capítulos seguintes se dedicam ao tempo que Mustaine passou no Metallica, desde o dia em que ele ligou para Lars em resposta a um anúncio em uma revista especializada até o dia em que foi demitido da banda em plena New York, tendo que atravessar o país de ônibus para Los Angeles, sua terra natal. A partir daí, o livro começa a varrer toda a história do Megadeth, iniciando quando os Daves se conhecem (Mustaine e Ellefson - o baixista seria chamado de "Junior" por Mustaine), a primeira formação, a participação de Kerry King, as mudanças, o mega-estrelato da formação clássica com Nick Menza e Marty Friedman, as desavenças e tudo o mais. Chegando até os dias de hoje (ou quase isto, já que não cobre a volta de Ellefson nem os shows com o Big Four), quando lançaram o álbum "Endgame".
No comecinho do livro, Dave está em uma clínica de reabilitação (uma dentre muitas que ele passou ao longo de sua vida) e descreve quando percebeu que perdeu os movimentos de sua mão e foi obrigado a encerrar temporariamente as atividades de sua banda. A partir daí ele volta e começa a contar a sua história desde criança, quando sua família o levava a frequentar as reuniões das Testemunhas de Jeová, os problemas do pai, que acabou saindo de casa, seu relacionamento com as irmãs e tudo o mais. Conforme cresce e se torna mais independente, Dave acaba brigando com a família e sai de casa, indo morar sozinho. Sem parcimônia, Mustaine revela que traficava para se manter, e também para manter seu vício, que se iniciou na maconha e evoluiu para a cocaína, o álcool e a heroína. Um fato positivo é que Dave reconhece seus erros no decorrer do livro e também reconhece que quando se drogava ou se embebedava se tornava uma pessoa agressiva. Mesmo assim, Mustaine revela também muita mágoa com os acontecimentos que levaram a sua expulsão do Metallica, e esta mágoa, reconhece ele uma vez mais, acabou se tornando meio que uma obsessão em tentar alcançar ou até mesmo superar o sucesso de sua ex-banda.
Conforme ele avança pela história do Megadeth, ele revela o porquê de tantas mudanças na formação, as diversas brigas internas da chamada formação clássica, que tanto agradou aos fãs (com Nick Menza na bateria e Marty Friedman na segunda guitarra). Um ponto muito interessante é o reconhecimento de Mustaine que aos poucos a banda foi cedendo à pressão da gravadora para se tornar mais comercial (e tentar superar o sucesso do Metallica), especialmente nos discos "Cryptic Writings" e "Risk". Seus relatos com o vício fortíssimo com as drogas também são um ponto marcante desta biografia. Mustaine descreve com detalhes como foi se aprofundando em drogas perigosas como cocaína, heroína, até mesmo incursões com o crack. Sem deixar de lado o álcool e a maconha. As diversas passagens por clínicas de reabilitação não ajudaram muito o líder do Megadeth, que atualmente se diz sóbrio (sua sobriedade foi apoiada por Alice Cooper que, desde a primeira turnê com o Megadeth, tentou aconselhar Dave) e convertido - mas segundo relata na biografia, ele não é radical na sua crença. Outra curiosidade citada é o fato dele ser faixa preta de caratê, o que lhe ajudou nos momentos de agressividade...
"Mustaine: A Heavy Metal Memoir" é um livro intenso, que descreve os detalhes da vida de um dos grandes nomes do heavy metal, e eu fortemente recomendo para todos os seus fãs, e para os fãs do Megadeth, do Metallica e do heavy metal em geral. Uma leitura que vale a pena!
Alguns vídeos da carreira de Dave Mustaine:
segunda-feira, 9 de abril de 2012
[Review] Place Of Skulls - With Vision (2003)

Para quem não conhece, Victor Griffin formou a banda Death Row por volta nos anos 80 e foi o guitarrista do Pentagram, e eles lançaram três ultra-famosos álbuns, "Relentless", "Day of Reckoning" e "Be Forwarned".
Então ele desapareceu do palco do metal por alguns anos para exorcizar demônios pessoais.
Mas agora ele parece ter perseguido os demônios e voltou com uma nova banda. Não, não é o Demon Hunter! Juntamente com o baixista original do Death Row, Lee Abney (agora substituído por Greg Turley neste disco), e o contundente baterista Tim Tomaselli, ele formou o Place of Skulls.
E com "With Vision", lançam seu segundo álbum full-length.
Eu acho que os fãs do Pentagram e Death Row sabem o que esperar deste álbum: Doom Metal escuro e pesado. Fãs de Trouble também vão gostar! E os fãs de Black Sabbath podem até entrar na lista, pois não soa como uma banda cover do Sabbath ou algo assim, mas o sentimento puro de Doom Metal está lá, é o tipo de som que o Sabbath já teve uma vez. E o vocal de Scott “Wino” Weinrich ate lembra, em alguns momentos, o velho Ozzy Osbourne!
Imagine o Ozzy cantando versos como "Quanto tempo até as quebras de cordão de prata / e eu vou voar a partir deste mundo e todo o ódio seu / Divida o céu e me deixar entrar", enquanto o guitarrista Tony Iommi bolha os seus dedos e seus ouvidos com riffs batendo. Até mesmo o nome do quarteto é uma referência ao local bíblico em que Jesus Cristo foi crucificado. "With Vision" irá se classificar como um dos mais melódicos álbuns de Doom Metal que você vai ouvir nos dias de hoje, se não um dos mais originais.
Ao longo do trabalho, há cargas de, ouso dizer, riffs estilo groovy setentista. A guitarra é muito bassy como seria de esperar, mas é incrivelmente claro como é típico do Doom Tradicional. Há elementos de blues, metal pesado e Rock'n'Roll, o que torna o álbum mais interessante de se ouvir. Há também grande quantidade de solos misturados com os riffs lentos, geralmente ritmo e tambores se arrastando. É bem o tipo de músicas que você esperaria ouvir num bar de motoqueiros. Pesado, mas estranhamente relaxante e com um toque retro. Isso é uma coisa que acho interessante sobre o Doom Tradicional: é a capacidade do gênero a ter a imaginação para o passado. A composição não está muito longe do últimos dias da Cathedral, embora não tão extremo. Existem também alguns momentos mais calmos, acústicos, que acrescentam uma vantagem para "With Vision", faixas instrumentais ("Dimensional Sojourn", "In Rest" e "Dissonant Dissident") que alteram o humor um pouco e estão à beira de serem peças sombrias.
Victor Griffin (ex-Pentagram, Death Row) - guitarra
Greg Turley - baixo
Tim Tomaselli - bateria
terça-feira, 27 de março de 2012
[Review] 1° IGUALDADE HC - Vultures/Psicose/NeverlØne
[Resenha escrita por Agnaldo Ferreira Correa, baixista da banda Raise Your Head, que esteve presente no evento, prestigiando a cena local e as bandas parceiras]
"Estive sábado conferindo o Igualdade HC, festival organizado pelo blog Sapuka Underground e pela Turtle Produções, que contou com as bandas Vultures, Psicose e Neverlone.
Parecia um encontro nostálgico da galera “old school” pois grande parte do publico presente já esta no circuito rock ha mais de 15 anos. Isso acontece geralmente quando tocam bandas antigas e clássicas do underground sapucaiense como a Psicose.

Falando em banda antiga e boa, a Vultures voltou com tudo. Mostrou um hard core ainda mais agressivo do que o de quatro anos atrás, alem disso a nova formação com o vocalista Fernando "Tampa" deu mais liberdade aos músicos para agitarem e interagirem. Fizeram um show ótimo, cheio de energia, tocaram Olho Seco, Ratos de Porão e Cólera, alem de suas musicas próprias que, revigoradas pela nova formação, ficaram, literalmente, uma pancada no ouvido.

O show da Psicose, como não podia deixar de ser, foi cheio de gás e empolgado pela galera antiga que conhecia os sons. Eu mesmo estava só esperando a minha favorita intitulada “Raça humana”. Foi um show excelente embora os contratempos (Aldonei não conseguiu tocar porque o amplificador deu pau e a banda teve que fazer o show com um guitarrista só), mostraram que o “old” realmente “is cool”

Fechando a noite, e pra provar que as bandas cristas e seculares podem coexistir em harmonia em um mesmo evento a Neverlone subiu ao palco com um ar totalmente novo em Sapucaia, o metalcore cristão. Um show muito bom, uma presença de palco incrivel com aquele vocal gutural característico. Era visível nos olhos dos presentes a curiosidade a respeito da iniciante Neverlone que subiu ao palco e não decepcionou ninguém. Tocando musicas próprias, a esperada “novata” (pelo menos para este publico), mostrou não tremer diante de publico exigente fechando assim a noite de igualdade e hard core.
Agnaldo Ferreira Corrêa
RYH"
sexta-feira, 23 de março de 2012
[Review] Stephen Keech - ! (2012)

Quando apertei o play, eu estava esperando um petardo de metalcore. Muitos breakdowns, blast beasts, guitarras afinadas em drop C, vocais screams e tudo aquilo que marcou a carreira de Stephen Albert Joseph Keech, como vocalista do Haste The Day.
NOTA: 5/5
1. Prick and Poke
2. Belinda Stiglitz
3. Black Coffee (EP version)
4. Hard to Say
5. Darling Harbour
6. Come Alive"
terça-feira, 20 de março de 2012
[Review] Blessed By A Broken Heart - Feel The Power (2012)

01. Deathwish (4:36)
02. Shut Up and Rock (4:39)
03. Love Nightmare (3:43)
04. Forever (3:47)
05. Thunder Dome (0:40)
06. Holdin’ Back for Nothin’ (3:36)
07. I’ve Got You (5:10)
08. Rockin’ All Night (4:25)
09. Scream It Like You Mean It (3:33)
10. Skate or Die (4:03)
11. Innocent Blood (5:32)
12. Sleepless Nights (5:23)
Banda:
Tony Gambino : Vocais
Sean Michael Maier : Guitarra
Tyler Hoare : Baixo
Ian "Slater" Evens : Bateria
[Review] Nine Lashes – World We View (2012)

Nine Lashes é uma banda de new metal/experimental/rock alternativo.
2. The Intervention
3. Get Back
4. Afterglow
5. Adrenaline (ft Trevor McNevan from Thousand Foot Krutch)
6. Believe Your Eyes
7. Our Darkest Day (ft Ryan Clark from Demon Hunter)
8. Memo
9. Write it Down
10. The Void
11. My Friend
quinta-feira, 15 de março de 2012
MyChildren MyBride - MyChildren MyBride (2012)
Este álbum, mais do que nos lançamentos anteriores do MCMB, tem uma vibe moshcore. É um álbum brutal, envolvente, com uma pegada legal fara você, pelo menos, balançar com a cabeça. A faixa de introdução é uma bela construção até a primeira música real, "On Wings of Integrity Parte II ", que é uma música de abertura impressionante e possivelmente a melhor do álbum. É uma faixa divertida, com muito peso, uma veia hardcore e uma boa performance de seu vocalista, Matthew Hasting.
Liricamente o álbum também tem passagens mais obscuras, como em "Dreamcatchers", onde em uma parte da canção, ele diz que "se os sonhos podem se tornar realidade, tenho certeza que pesadelos também pode."
Esse álbum auto-intitulado mostra alguma maturidade musical, uma séria vontade de fazer um álbum forte. Fato é que a qualidade de gravação e som fora do estúdio gera uma enorme vantagem para este álbum. As letras mostram uma banda que vai além das tradicionalmente bidimensionais letras das jovens bandas de metal cristão. A variação no álbum do hardcore ao metal quase puro, realmente mostra a gama de talentos da banda. O jeito que a coisa toda é tecida em conjunto contribui para uma experiência realmente grande nesse álbum. Em uma época onde a maioria das novas bandas de metalcore, aposta numa sonoridade mais melódica e comercial, é bom ouvir um álbum coeso, bem pesado e apenas com guturais (Matthew é a grande estrela desse espetáculo).
quarta-feira, 14 de março de 2012
[Review] Impending Doom - Baptized In Filth (2012)
01. Murderer (4:22)
02. For The Wicked (3:34)
03. Chaos: Reborn (3:55)
04. Deceiver (3:36)
05. Falling Away (3:42)
06. Absolute Horror (1:57)
07. Angry Letters To God (3:12)
08. Baptized In Filth (2:28)
09. My Light Unseen - feat. Ryan Clark' Demon Hunter (3:42)
10. Death, Ascension. Resurrection (4:11)
sexta-feira, 9 de março de 2012
[Review] As Hell Retreats - Revival (2010)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
[Review] Seventh Angel - The Dust of Years (2009)
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
[Review] Saving Grace - The King Is Coming (2011)
"Shekinah" vem logo em seguida, com uma bateria feroz e golpes de guitarra detonando tudo! A melhor faixa do álbum! Ganhou um belíssimo clipe. Instrumental perfeito, exalando todo o caos e fúria propostos que conduz contra o pecado e incita o arrependimento:
"Queimar as trevas do pecado, preencher essas mãos com as sementes da verdade. Mostre o caminho e eu seguirei, deixe seu Espírito me conduzir"
Preste atenção a sua advertência. Animem-se pois através
da intercessão, a preocupação transforma-se em adoração, o medo se transforma em fé, terror torna-se confiança. Dúvidas resolvidas com a esperança e a angústia se derrete em adoração.
Então, o coração pode descansar na certeza que Cristo é Rei, e esperam com paciência Seu retorno.
Traga sua Glória! Traga sua justiça!
"Kefirah" tem uma mensagem ousada, que serve de advertência para todos nos. No quesito instrumental, chutes de pedal duplo, baixo destruidor, blastbeats e tudo o que o peso exige!
"Beware The Apostates" é um daqueles exemplos, onde mesmo em meio a todo o furor do metal extremo, guitarrista hábeis sabem dosar aquela parcela melódica nas guitarras, que engrandece ainda mais o som. "Revelation 6" segue esse modelo de desaceleração, sem perder o peso e a qualidade.
01. The King Is Coming
02. Shekinah
03. The First Woe
04. Cross Contamination
05. Deathless
06. Man of Sorrows (the Funeral Dirge)
07. The Eye of the Storm Part III
08. Habakkuk
09. Kefirah
10. Beware the Apostates
11. Revelation 6
12. With Lifted Eyes

